Depois não digas que eu não te avisei. É engraçado como mantens essa tendência para acreditar mais em mim do que eu própria, ou para esperares mais de mim do que eu consigo dar. É engraçado mas ao mesmo tempo não tem graça nenhuma. Eu aviso-te e tu parece que não queres ouvir. Às vezes tenho que dar o braço a torcer e admitir que talvez tivesses razão, que nem tudo acabou por correr tão mal como esperava e que fui demasiado negativa. A verdade é que se desse sempre o meu braço a torcer, já não havia braço por onde pegar. E espero que baste dizer isto, porque não gosto de subestimar o meu negativismo nem de esquartejar esta minha falta de confiança, que às vezes é a minha melhor amiga.
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